Sou consumidor, até que bem controlado, de jogos de vídeo games e outras tecnologias que para muitos são consideradas obsoletas e dispensáveis, e vasculhando a net encontrei está matéria e me identifiquei logo de cara com ela, leiam aí.
por Alexandre Barbosa Author, Seção: Diversão digital, jornal Estadão Digital.
Eu (jornalista, adulto, casado, pai, etc...) consumo videogame e para muitos amigos, isso é tão normal como ter CPF e pagar impostos. Só que tem gente que parece ter passado anos junto com o Bin Laden, escondido numa caverna qualquer e às vezes soltam aquele olhar do tipo 'mas isso não é coisa de criança'?
Se você saiu de meados do século XX e acordou só agora, saiba que a primeira geração que conheceu videogames como um produto de consumo já chegou à meia idade, que em 2004 essa indústria ultrapassou o faturamento de TODA a indústria do cinema e que, hoje, uma parte significativa desse mercado é - que surpresa? - consumida por adultos, como confirma levantamento da Nielsen/NetRatings (veja mais aqui).
Não chega a ser a descoberta da pólvora, já que pesquisas anteriores mostram que 3/4 dos jogadores online nos EUA são adultos. Entre as mulheres, por exemplo, é maior o consumo de jogos casuais e homens preferem títulos de esporte ou ação. No Brasil, levantamentos anteriores já mostraram que a relação se inverte, caindo para 1/4 de adultos consumindo games. A diferença, pelas razões de sempre: perfis de consumo, grana mais curta, mercado ilegal, etc.
sexta-feira, 14 de março de 2008
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